“ Deus amou o mundo de uma tal maneira, que deu seu único filho para que todo aquele que Nele crer não pereça mas tenha a vida eterna.” Jo 3.16 Jesus te Ama e eu também.

Histórias Evangélicas

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 APENAS PUSH!
   

    Uma noite, um homem estava dormindo em sua cabana
quando de repente Seu quarto ficou cheio de luz e Deus lhe
apareceu.
O Senhor disse ao homem o trabalho que ele deveria fazer para
Ele e mostrou-lhe uma grande rocha na frente de sua cabana.
O Senhor explicou que o homem deveria empurrar (PUSH) a
rocha com toda a sua força. O homem então o fez, dia após dia.
Por muitos anos ele pelejou de sol a sol; com seus ombros
escorados na fria e maciça superfície da rocha imóvel,
empurrando-a com toda a sua força.

    A cada noite o homem retornava à sua cabana aborrecido
e sem roupa, sentindo que havia gasto todo o seu dia em vão.
Desde que o homem mostrou-se desencorajado, o Adversário
(Satanás) decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua
mente desgastada.

    "Você tem empurrado essa rocha por tanto tempo, e ela
ainda nem sequer se moveu."

    Isso dava ao homem a impressão de que sua tarefa era
impossível e que ele era um fracasso. Esses pensamentos
desencorajavam e desanimavam o homem.

    "Por que eu vou me matar tentando fazer isso?", ele pensou.
"Eu farei apenas o possível, colocando o mínimo esforço e isso
será suficiente".

    E era o que ele planejava fazer, até que um dia ele decidiu
fazer disso um alvo de oração e levar os seus pensamentos
atribulados ao Senhor.

    "Senhor", ele disse, "eu tenho trabalhado duro e por muito
tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer
aquilo que o Senhor me mandou. Entretanto, após todo esse
tempo eu não consegui mover essa rocha por nem um
milímetro. O que está errado? Porque eu tenho falhado?"

    O Senhor respondeu com compaixão: "Meu filho, quando
eu lhe disse para me servir e você aceitou, eu disse que sua tarefa
seria empurrar a rocha com toda a sua força, e é o que você tem
feito. Eu nunca sequer mencionei que eu esperava que você a
movesse. Sua tarefa era empurrá-la. E agora você vem a mim
após todo o seu esforço, pensando que você falhou. Mas, será
isso realmente verdade? Olhe para si mesmo. Seus braços estão
fortes e musculosos, suas costas estão enrijecidas e bronzeadas,
suas mãos estão calejadas pela pressão constante, suas pernas se
tornaram musculosas e firmes. Pela oposição você cresceu muito
e agora suas habilidades superam o que você era antes. Ainda
assim, você não moveu a rocha, mas seu chamado foi para ser
obediente e empurrar, exercitando sua fé e confiança na minha
sabedoria. E isso foi o que você fez. Agora, meu amigo, Eu
mesmo moverei a rocha".

    Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, nós
tentamos usá-la para o nosso próprio intelecto pra decifrar o que
Ele quer, quando na verdade o que Ele deseja é apenas nossa
obediência e fé Nele. Em todos os sentidos, exercite a fé que
remove montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem
as move.

    Quando tudo parecer estar errado, apenas empurre
(P.U.S.H.)!

    Quando o trabalho te deixar pra baixo, apenas P.U.S.H.!

    Quando as pessoas não agirem da maneira que deveriam,
apenas P.U.S.H.!

    Quando o seu dinheiro parecer ir embora e as contas
ficarem, apenas P.U.S.H.!

   Quando as pessoas não compreenderem você... apenas
P.U.S.H.!

               P.    = Pray (ore)
               U.    = Until (até)
               S.    = Something (alguma coisa)
               H.    = Happens (acontecer)




Autora: Rosana Ramos

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                       O MOTORISTA

     Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era
uma vida de cowboy própria para alguém que não deseja ter
patrão. O que eu não percebi é que aquela vida era também um
ministério.

    Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se
um repositório de reminiscências ambulante, às vezes um
confessionário. Os passageiros embarcavam e sentavam atrás,
totalmente anônimas, e contavam episódios de suas vidas - suas
alegrias e suas tristezas.

    Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me,
enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar. Nenhuma me tocou
mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite -
era Agosto. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno
prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de
um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas
num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou
talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de
alguma fábrica da parte industrial da cidade. Quando eu cheguei
às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de
uma única lâmpada acesa numa janela do térreo. Nessas
circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado umas duas ou
três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu
tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis,
como o único meio de transporte a tal hora. A não ser que a
situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.

    - "Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda",
eu pensei. Assim fui até a porta e bati.

    - "Um minuto", respondeu uma voz débil e idosa.

 Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma
pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina
apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que
mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras
idosas nos filmes da década de 40. Ao seu lado havia uma
pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado
há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não
havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto
jazia uma caixa com fotografias e vidros.

    - "O Sr poderia por a minha mala no carro?", ela pediu.

    Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio,
ela ficou agradecendo minha ajuda.

    - "Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros do
jeito que gostaria que tratassem minha mãe", aduzi.

    - "Oh! Você é um bom rapaz!" Quando embarcamos, ela
deu-me o endereço e pediu:

    - "O Sr poderia ir pelo centro da cidade?"

    - "Não é o trajeto mais curto", alertei-a prontamente.

    - "Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu
destino é um asilo de velhos". Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos
da velhinha estavam marejados, brilhando.

    - "Eu não tenho mais família", continuou. "O médico diz
que tenho pouco tempo".

    Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei:

    - "Qual o caminho que a Sra deseja que eu tome?"

    Nas duas horas seguintes nós dirigimos pela cidade. Ela
mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado
com ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o
esposo tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que
passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um
grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. De
vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a
um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na
escuridão, sem dizer nada. Quando o primeiro raio de sol surgiu
no horizonte, ela disse de repente:

    - "Eu estou cansada. Vamos agora!"

    Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia
me dado. Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma
pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um
pórtico. Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele
parou. Eram muito amáveis e atentos e observavam todos os
movimentos dela. Eles deviam estar esperando-a. Eu abri a mala
do carro e levei a pequena valise para a porta. A senhora já estava
sentada em uma cadeira de rodas.

    - "Quanto lhe devo?", ela perguntou, pegando a bolsa.

    - "Nada", respondi.

    - "Você tem que ganhar a vida, meu jovem"

    - "Há outros passageiros", respondi.

    Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela
me envolveu comovidamente.

    - "Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria.
Obrigada".

    Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.
Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de
uma vida. Naquele dia não peguei mais passageiros. Dirigi sem
rumo, perdido nos meus pensamentos. Mal podia falar. Se a
velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou
algum que estivesse ansioso para terminar seu turno? E se
houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido
embora? Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo
mais importante na minha vida. Nós estamos condicionados a
pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos.
Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam
desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos
que os outros podem considerar sem importância.

AS PESSOAS PODEM NÃO LEMBRAR EXATAMENTE O
  QUE VOCÊ FEZ, OU O QUE VOCÊ DISSE, MAS ELAS
 SEMPRE LEMBRARÃO COMO VOCÊ AS FEZ SENTIR.

    E a vida é apenas um sopro... e quando o fim chega só nos
resta contar com gente... muita gente.

Autor desconhecido.
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        VOCÊ PODE FAZER A DIFERENÇA


    Relata a Sra. Thompson, que no seu primeiro dia de aula
parou em frente aos seus alunos da quinta série primária e, como
todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por
igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que
na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado
Teddy. A professora havia observado que ele não se dava bem
com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam
sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia
prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e
trabalhos.

    Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que
lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar
conhecimento das anotações feitas em cada ano. A Sra.
Thompson deixou a ficha de Teddy por último. Mas quando a
leu foi grande a sua surpresa.

    A professora do primeiro ano escolar de Teddy havia
anotado o seguinte:

    -Teddy é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos
sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é
muito agradável estar perto dele.

    A professora do segundo ano escreveu:

    -Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus
colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com
uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu
lar deve estar sendo muito difícil.

    Da professora do terceiro ano constava a anotação seguinte:

    - A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Teddy.
Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum
interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar
providências para ajudá-lo.

    A professora do quarto ano escreveu:

    - Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum
pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala
de aula.

    A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou
terrivelmente envergonhada. Sentiu-se ainda pior quando
lembrou dos presentes de natal que os alunos lhe haviam dado,
envoltos em papéis coloridos, exceto o de Teddy, que estava
enrolado num papel marrom de supermercado.

    Lembrou-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os
outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras
e um vidro de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse
que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um
pouco de perfume sobre a mão.

    Naquela ocasião Teddy ficou um pouco mais de tempo na
escola do que o de costume. Lembrou-se ainda, que Teddy lhe
disse que ela estava cheirosa como sua mãe. Naquele dia, depois
que todos se foram, a professora Thompson chorou por longo
tempo... Entendendo que aqueles objetos pertenceram à mãe
dele.

    Em seguida, decidiu-se a mudar sua maneira de ensinar e
passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a
Teddy. Com o passar do tempo ela notou que o garoto só
melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais
ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, Teddy saiu como o
melhor da classe.

    Um ano mais tarde a Sra. Thompson recebeu uma notícia
em que Teddy lhe dizia que ela era a melhor professora que teve
na vida.

    Seis anos depois, recebeu outra carta de Teddy contando
que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo
a melhor professora que tivera.

    As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma
carta assinada pelo Dr. Theodore Roosevelt, seu antigo aluno,
mais conhecido como Teddy. Que a convidava para seu
casamento e noticiava a morte de seu pai. Ela aceitou o convite e
no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de
Teddy anos antes, e também o perfume.

    Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo
tempo e Teddy lhe disse ao ouvido:

    - Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir
importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.

    Mas ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou
baixinho:

    - Você está enganado! Foi você que me ensinou que eu
podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o
conheci.



    Autor desconhecido.

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