“ Deus amou o mundo de uma tal maneira, que deu seu único filho para que todo aquele que Nele crer não pereça mas tenha a vida eterna.” Jo 3.16 Jesus te Ama e eu também.

domingo, 26 de abril de 2015

Desperta Igreja!!!



Certa vez, em uma aldeia, havia um rio que ninguém ousava tomar banho nele, pois era muito fundo e a correnteza era forte. Certo dia um garoto aproximou-se do rio e resolveu entrar. Em poucos instantes o garoto estava gritando por socorro, pois começou a afogar-se. Toda a aldeia veio para ver o que estava acontecendo, mas ninguém ousou entrar. De repente veio uma mulher gritando e chorando, pois era seu filho que estava na água. Um homem vendo o desespero daquela mãe, resolveu entrar para resgatar  o garoto, mas impôs uma condição, ele amarraria uma corda em sua cintura e as pessoas que estavam ás margens teriam que segurar a outra ponta e puxarem-na assim que ele alcançasse o garoto. E, eles aceitaram a proposta
.
Chegando no meio do rio o homem conseguiu agarrar o garoto e gritou para que as pessoas os resgatassem puxando a corda, mas a multidão que estava à margem discutia de quem era a obrigação de segurar a corda. Outros discutiam sobre quem pagaria a corda caso ela fosse arrastada junto com aquele homem. Com isso esqueceram-se de segurar a corda, e os dois foram vencidos pela correnteza... e afogaram-se. Quando perceberam a tragédia já tinha acontecido.

Diante disto encontramos a seguinte representação: o rio é mundo, o garoto são as pessoas perdidas sem Jesus, o homem que foi resgatar é o missionário, e as pessoas que estavam à margem do rio representam a igreja. É bem verdade que precisamos entender onde nos encaixamos nesta história. Precisamos realmente chegar a um denominador comum sobre o que estamos realizando por quem está na outra ponta da corda.

                                      Extraído da Revista Seara por                                                                                                                              Márcia Varella






sexta-feira, 24 de abril de 2015

Promessa do Derramar do Espírito Santo.

Texto: Isaías 44.3
Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes.
Estamos diante de uma promessa da parte de Deus e todos nós sabemos que Deus não é como o homem para que minta nem o filho do homem para que se arrependa ( Números 23.19)  mas Ele vela sobre a sua palavra para cumprir.( Jr 1.12). Tudo que Ele prometeu ao povo de Israel, se cumpriu, está se cumprindo e por certo terá num futuro bem próximo se cumprido.
A Palavra de Deus diz: “ Derramarei água sobre o sedento. Na Bíblia água é símbolo do Espírito Santo, água é símbolo de vida, onde não há água não há vida.
“ Aonde não há o Espírito Santo de Deus não  pode haver vida.”
Entendemos  portanto através da Palavra de Deus que o  derramar do Espírito Santo é uma promessa de Deus. E promessa de Deus é infalível, no livro de Atos dos apóstolos, quando houve aquele grande derramar do Espírito. Pedro se colocou de pé e disse: Varões  Galileus e todos que habitais  em Jerusalém, seja vos isso notório e escutai as minhas palavras, estes homens não estão embriagados como vós pensais sendo a terceira hora do dia, mas isto é o que foi dito pelo profeta do Joel : E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão.
 E disse mais: Esta promessa vos diz respeito a vós a vossos filhos e a todos quanto o Senhor Jesus os chamar. Que continuemos crendo na Fidelidade de Deus, firme aguardando as suas promessas, pois Ele é fiel para cumprir.
     Que a Graça e Paz do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo habite em seus corações.



Missionária Márcia Varella




Direitos autorais - Este estudo pode ser reproduzido
livremente para fins pessoais, sendo, porém, vedada
sua publicação sem autorização formal da Missionária Márcia Varella.

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